Esta semana dei início a uma nova fase para a Uncool Artist (UA). Tenho chamado este momento de “Capítulo 2” em uma história que não faço ideia do tamanho que terá.

Tudo ainda é experimento. A UA é uma plataforma que se presta justamente a isso: experimentação, laboratório.

De setembro pra cá, eu tateei muitas possibilidades de estabelecimento de vínculos (costurando comunidade) por vários canais da internet: newsletters, facebook, twitter, instagram, youtube… Criei uma plataforma específica para cursos e formei duas novas turmas de artistas em acompanhamento/formação.

Todo um novo modelo foi construído tendo como base o que já havia sido desenvolvido nos últimos 7 anos no 2e1, em São Paulo. E foi tudo MUITO rápido!

É como se fosse um novo mundo, e uma nova Carol, criados em metade de um ano. Parecem que foram outros 7, 10 anos de ações, aprendizados, mudanças.

Agora, sentindo mais conforto com as ferramentas, é hora de focar, selecionar, limpar o espaço de trabalho virtual.

Nos canais Facebook e Twitter, fica só a UA cujo conteúdo alimento de longe, sem ser mais a Carol. É! Não estou mais nessas plataformas e talvez nunca mais volte a elas. Só está um robot da UA abastecendo os interessados que estão nesses canais. E esse é um dos motivos de ter fechado do grupo de discussão que tinha há anos no FB.

Meu novo foco agora são, especificamente:

1- Newsletters: são duas a da UA e a da UA School. A primeira é semanal, publicada todos os domingos, com um resumo do conteúdo que produzi durante a semana que passou e avisos do que está programado para a semana seguinte. A segunda é o canal de divulgação de aulas e cursos.

2- No Youtube, estou experimentando fazer apenas vídeos ao vivo. Por enquanto, serão 2 vezes na semana: nas terças ou quartas noite, o que transmito são #aulasdauncool cujo objetivo é oferecer aulas gratuitamente. Esta semana que passou a aula foi uma atualização sobre Nicolas Bourriaud. Aos domingos pela manhã cedo, na hora do envio da newsletter, tem #sendouncool que são assuntos mais aleatórios, polêmicos, tabus, clima de “autoajuda” (só que não) e de “fofoca” (só que não). A ideia é praticar o ao vivo ao máximo para aprender ferramentas e formatos que podem servir para novas empreitadas performáticas como foi a “aula-performance #1“.

3- E aí tem também o Instagram  que tem sido o canal mais experimental de todos. Tenho testado o stories e o live como possibildiades para performance também. Ainda longe de saber no que vai dar e só me divertindo com o processo. É o espaço mais bagunçado de todos.

E aqui no site, onde também cortei algumas gorduras (ou “páginas”) inclui o link para minha curadoria de notícias “Uncool Artist News Feed“.

Sinto que algumas coisas estão “mais redondas” como se diz. Estou curiosa para ver como chegarei com este projeto no seu primeiro aniversário quando também retornarei à vida acadêmica.

As coisas parecem caminhar em uma auto-organização fluida. Tem sido emocionante, especial e reflexivo.

… uma boa coisa.

ONGOING PROJECT