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  • Alzira Ballestero
  • Ana Zequin
  • Camila Crivelenti
  • Carin Dangot
  • Carlos Monaretta
  • Dainy Tapia
  • Geovana Côrtes
  • Juliano Mazzuchini
  • Laura Villarreal
  • Lina Cruvinel
  • Luisela Pelizza
  • Mariana Battistelli
  • Mariana Guardani
  • Mark Engel
  • Natália Cavalcante
  • Regina Jestrow
  • Rodrigo Pimenta
  • Thais Ribeiro
Nesta primeira edição do ILAP Open Studios vivenciamos uma noite muito divertida e interessante. Recebemos visitantes conhecidos assim como fizemos novas amizades. Nos tornamos mais próximes!
 
A comunidade da Uncool Artist segue ainda mais fortalecida. Que venham muitos mais bons encontros como este.
 
Profunda gratidão a todes envolvides.
 

ILAP Open Studios 2021 em números:

18 artistas participantes
13.9 vezes aumento no número de visitas ao nosso site
296 visitantes que engajaram com o evento e entraram nas salas virtuais (ILAPers studios)

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 21h
Português

Bio

Alzira Ballestero vive e trabalha em Piracicaba (SP) Brasil. Cursou Especialização em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas UNICAMP. Frequentou Curso Livre de Gravura na UNICAMP.

Participa do Grupo de Acompanhamento em Projetos em Artes Visuais – Sylvia Furegatti – Campinas (SP) e do Programa de Formação de Crítica e Prática em Artes Visuais, Laboratório Internacional de Práticas Artísticas (ILAP), da Uncool  Artist

Trabalha a partir de pequenos formatos. As referências são imagens colecionadas do cotidiando, via memória, correios, jornais, revistas e internet, depuradas por uma interpretação que valoriza espaços vazios, o branco, o velado.

Procuro sempre novas maneiras de me comunicar com as pessoas dentro das possibilidades que me oferecem os estudos dos espaços vazios, das transparências, das nebulosidades. Apoio-me nos pequenos formatos, aqueles, que chamam o observador para perto, numa quase intimidade.

Tento provocar as pessoas a imaginarem o que se pode encontrar debaixo das veladuras que escondem um desenho ou uma pintura. Imagens que tratam de sutilezas, questões do cotidiano e da simplicidade.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 21h
Português

Bio

Ana Zequin é uma artista e ilustradora que reside no interior do estado de São Paulo, na cidade de Araçatuba. Seu trabalho é a exposição do seu universo íntimo, no qual a narrativa é a sua autobiografia ficcional. A artista relaciona suas memórias, seu cotidiano e personagens desse universo para produzir desenhos, pinturas e colagens.

Formada como bacharel em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e especializada em História da Arte pela Claretiano – Rede de Educação. Hoje, é integrante do International Lab for Art Practices da Uncool Artist.

Eu me interesso por experimentar diferentes processos. Posso realizar um desenho pela observação, mas também posso tirar fotografias, construir uma colagem e então dessa montagem produzir uma aquarela. Eu me sinto atraída por ficar imersa num mesmo assunto me utilizando de diferentes meios. Em alguns trabalhos o que chega ao espectador é apenas o resultado final, já em outros é possível perceber uma repetição do mesmo assunto de modos distintos.

O papel costuma ser o suporte dos meus trabalhos, me atrai sua leveza, suas possibilidades de texturas e como reage a cada material posto sobre ele. Hoje, os papéis que tenho utilizado são provenientes de materiais que fui acumulando e de trabalhos que não chegaram ao resultado esperado. Essa limitação tem me instigado a pensar em como aproveitar a materialidade e a história de cada um desses papéis.

Meus trabalhos geralmente são pequenos, o que possibilita que eu consiga manuseá-los sozinha e que trabalhe próxima deles. Isso me interessa, pois quero que a proximidade também ocorra com os espectadores. Eu quero que o espectador se sinta atraído a chegar perto dos trabalhos e que projete as suas próprias narrativas na minha autobiografia ficcional.

Conheça meu trabalho

[22.06] 19h – 21h
Português

Bio

Camila Crivelenti é artista multimídia, vive e trabalha em São Paulo. Formada em Design de Produto e Direção de Arte, sempre transitou entre produções manuais e digitais.

Sua pesquisa artística é alinhada com suas indagações espirituais e com o desenvolvimento de uma simbologia própria para acessar o inconsciente. Seus projetos já fizeram parte de exposições no Brasil, Estados Unidos e Europa.

Com a proposta de conectar arquétipos psicológicos, autoconhecimento e espiritualidade, suas obras exploram diversas técnicas e materiais, caminhando entre os conceitos de amuletos, oráculos e ancestralidade a fim de captar a sabedoria contida na essência da Vida.

Minha pesquisa é voltada para observação das energias sutis dos materiais que utilizo e no uso da simbologia como linguagem para essa experimentação. Minhas obras são extensões do meu inconsciente, laboratórios para um caminho iniciático, chaves para o autoconhecimento e amuletos que resgatam em mim a força de existir.

Passo isso para frente em forma de textos, pinturas, instalações, esculturas, vídeos, objetos e o que mais for preciso para convidar o observador a interagir com outros universos possíveis a sua volta e, com isso, observar também a si mesmo.

A arte sempre foi para mim um meio de comunicação entre universos, a pesquisa sempre foi um método de me aproximar deles e transmitir para os outros o que descubro é a motivação que me faz ir além do que consigo compreender.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 19h
Inglês e Português 

Bio

Carin Kulb Dangot, nasceu em 1971 em São Paulo, Brasil e começou sua carreira como engenheira de alimentos e produtora culinária para fotos e filmes. Dessas experiências, Carin trouxe para a sua pesquisa artística varias técnicas e constante inventividade que colocam em evidência seu prazer viceral pelo uso da tinta em excesso. Nas suas pinturas em tela, alumínio e acetato e em esculturas de tinta, a artista enfatiza as propriedades físicas dos materiais através de experimentações e de um processo intuitivo. 

Desde 2010 Dangot vive e trabalha em New York.

Estes trabalho nasceram do prazer de trabalhar com o excesso de tinta, em um constante processo de experimentação, no qual combinam-se a sinergia entre os materiais e cores e a emergência da tridimensionalidade. A criação vem da manipulação de materiais com espatulação, descascamento, dobragem, torção e compactação. Me afasto da limitação das relações causais e da previsibilidade dos processos científicos do meu estudo prévio de engenharia, e busco a abstração. Com tal objetivo, me aproprio de ferramentas não convencionais na pintura: encontrei na tinta acrílica não somente um assunto, como o próprio objeto artístico de meu interesse. O acrílico, com sua plasticidade particular, me inspirou na pesquisa do acúmulo de material e, como resultado, desenvolvi vários cenários topográficos representados por quatro séries diferentes: All Paint”, Suspiro”, Alumínio” e Skins”.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 19h
Português

Bio

Carlos Monaretta é artista visual e pesquisador. Licenciado em artes visuais pela FAV-UFG. Desde 2016 vem participando de exposições em instituições públicas e privadas. Em sua trajetória teve como formações complementares laboratórios de acompanhamento crítico com Marcio Harum no instituto Adelina SP e acompanhamento de processos artísticos na Casa Voa.  Participa do programa de formação internacional em práticas artísticas na Uncool Artist. Em 2018 recebeu menção honrosa na Bienal do SESC, Brasília-DF. No mesmo ano participou da Residência artística no projeto Trampolim. Em 2019 foi premiado na categoria fotografia no 24° Concurso SESI Arte Criatividade, Vila Cultural Cora Coralina, Goiânia-GO.

Sou um artista caminhante, ando por diversos lugares e vou registrando por meio de fotos e vídeos o que me interessa e me leva por meio da reflexão a outros lugares. Posteriormente levo essas experiências e registros para o ateliê e desenvolvo a segunda parte do trabalho que é criar novas narrativas conceituais sobre as imagens e as minhas vivências.

Convido todes vocês a entrarem no meu estúdio para podermos juntos dialogar sobre trabalhos que estão sendo desenvolvidos e também prontos. Desejo apresentar os meus interesses a partir de uma exposição visual e por meio de narrativas verbais pré-estabelecidas. O contato com o observador é muito importante para a constituição da minha pesquisa, então te convido a vir participar desse momento tão importante de trocas de conversas através da sala online, espero vocês no dia 22 de junho das 18:00 às 19:00.

Cronograma:

Apresentação de portfólio com comentários de pesquisa
Apresentação de desenhos em processos, com conversas entre os participantes
Apresentação e discussão de conceitos presentes nos trabalhos 

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 20h
Espanhol e Inglês

Bio

Dainy Tapia é uma profissional da cultura que mora em Miami, Flórida. Ela é a criadora e curadora de ArtSeen365: uma plataforma dedicada à promoção de arte e artistas em Miami, sul da Flórida e além, criando e publicando conteúdo digital original. Ela possui mestrado em artes em Comunicações e bacharelado em Ciência da Computação. Dainy colabora com várias instituições de arte no sul da Flórida, entre elas o Doral Contemporary Art Museum, onde é responsável por Communications and Community Outreach, o Bass Museum of Art, onde é professora, e o Women Artists Archive Miami (WAAM), onde atua como membro do conselho. Ela também colabora com artistas para apoiar suas práticas e projetos específicos, aconselhando e emprestando suas habilidades organizacionais.

Dainy Tapia produz e facilita eventos culturais em torno das artes visuais. Como parte dessa busca, ela criou e é curadora da ArtSeen365, uma plataforma para a promoção das artes visuais e artistas em Miami, sul da Flórida e além. ArtSeen365 tem como objetivo proporcionar um espaço digital de intercâmbio entre profissionais da arte, amantes da arte e o público em geral.

No ArtSeen365, Dainy só promove a arte que ela viu pessoalmente, e ela o faz, de uma forma ou de outra, 365 dias por ano. Os feeds de mídia social ArtSeen365 incluem arte que ela viu durante suas visitas a museus de arte, galerias, estúdios de artistas, espaços públicos e privados.

Por meio de sua exploração diária da cena artística local e além, ela conhece artistas, curadores, administradores de arte, colecionadores e outros amantes da arte. Essas interações frequentes permitem que ela encontre sinergias e oportunidades de colaboração e trocas,
bem como aconselhar artistas e interessados ​​em adquirir arte.

Ao mesmo tempo, inspira-se em ideias de pesquisa, redação e projetos curatoriais, em busca de respostas para as questões que a intrigam ao longo do caminho.

Conheça meu trabalho

[22.06] 19h – 20h
Inglês e Português 

Bio

Geovana Côrtes é artista visual, fotógrafa e produtora cultural. Graduada em Comunicação Social com habilitação em Produção Cultural pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2018. É integrante do Programa de Formação Internacional em Práticas Artísticas pela Uncool Artist. Atualmente, desenvolve pesquisas que abrangem corpo e modos de viver a partir de narrativas que partem da autobiografia extrapolando-as para outros corpos e outras histórias.

Minha produção parte da escuta do meu corpo, passa pela tradução do sentir e das emoções em imagens. Tenho trabalhado com as linguagens de bordado, ilustração, aquarela, fotografia e têxtil.

A minha tomada de consciência pelo corpo atravessa questões identitárias, de consumo, de impacto ambiental e do ser mulher no mundo. Esse ponto de partida é imaginário, às vezes abstrato e pouco palpável, perpassa pela terra de onde venho, atravessa gerações, pessoas e espaços diversos. É também, a relação que estabeleço com o ambiente, uma busca eterna pelo encontro com a natureza em meio ao concreto, paisagens corridas, barulhos externos e internos.

Tenho visto interesse em construir uma narrativa autobiográfica que muda, extravasa e é atravessada pelo contato com a/o outra/o existente e preexistente.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 20h
Espanhol e Português 

Bio

Juliano Mazzuchini, ator, artista visual e pesquisador, vive e trabalha em Buenos Aires – Argentina. Entre 2004 e 2007 estudou na ELT – Escola Livre de Teatro de Santo André e a partir de então aprofundou sua pesquisa cênica em teatro épico. A partir do ano 2017 inicia sua pesquisa nas artes visuais, mais especificamente na pintura. Participa de exposições e salões no Brasil e Argentina, como Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto e Concurso de Artes Visuales – Fondo Nacional de las Artes. Em 2020 fez acompanhamento artístico no Jardim do Hermes – São Paulo – Brasil, Clínica de Obra com Mariano Vilela – Buenos Aires – Argentina. Atualmente é integrante do ILAP BR  (International Lab for Art Practices Brazil) da Uncool Artist.

Desde o início meu trabalho tem sido uma reflexão sobre o outro, o ser humano. Tendo formação nas artes cênicas, minhas pinturas assumem a continuidade do uso do material humano como matéria-prima para a reflexão sobre a sociedade, por isso procuro pintar o outro tentando desencadear questões que me movem e me provocam. Questões de esfera individual e social
Meu processo tem sido mediado pela fotografia. Construo a composição utilizando a presença de um modelo ou parto de uma foto já realizada e então passo para a pintura buscando não representar a fotografia em si, mas tomando a imagem como motivo para uma investigação pictórica.

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[22.06] 18h – 21h
Espanhol e Inglês

Bio

LAURA VILLARREAL

Americana, nascida no México (1971). Trabalha e vive em Miami, EUA.

Laura é uma artista multidisciplinar, atuando principalmente na área de Fiber Arts e sua relação com a Pintura e a Fotografia. Através do uso de bordados, fios e tecidos em suportes como papel e tela ela cria uma poesia feminina inspirada em suas raízes, com suas cores vivas e tradições ancestrais; bem como sua subsequente imigração para os Estados Unidos no final dos anos 90. Laura busca mesclar essas duas fases de sua vida criando tensões entre as diferentes mídias enquanto questiona questões de identidade, sentido de lugar, saudade e memória por meio de uma narrativa criada por tecidos, fios, imagens e pinturas.

Ela tem estudos da University of North Carolina, da New York School of Visual Arts e da Art Students ’League em NYC, bem como do Mestrado em Análise e Gestão de Arte Contemporânea da Universidade de Barcelona. Algumas de suas exposições incluem o Instituto Cultural do México em Miami, a Embaixada do Chile em Washington D.C., o Fatima Cultural Center no México, o Consulado do México em Los Angeles, para citar alguns. Já expôs seu trabalho em feiras de arte como Art Lima, Chaco Chile e Pinta Miami. Ela está entre os artistas que compõem o Mexican Cultural Institute em Miami e também é uma defensora da Educação Artística para o público jovem na cidade de Key Biscayne, Flórida.

MENTAL NARRATIVES SERIES

Desde que nascemos, nossa mente está repleta de informações, como um gravador que nunca para, não fica sem bateria, nem quebra. Está sempre gravando. Esta gravação vem do que aprendemos e vivenciamos quando crianças.

A série Mental Narratives é uma exploração da memória, uma parte do processo mental. Com o uso de linha, tecidos e fotografia, eu contraste os sentimentos de desejo por uma infância longa e perdida com minha necessidade de reformular as crenças iniciais ensinadas então. Ao homenagear essas experiências passadas, ao mesmo tempo em que cria uma barreira que impede nossa capacidade de vê-las plenamente, pretendo borrar velhas memórias e reconstruir novas. Usando técnicas tradicionais de bordado maia, mais tarde transformadas em minhas próprias, pretendo reescrever a memória de uma forma que me sirva melhor agora. Eu poderia chamar isso de um retrato poético da minha mente.

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[22.06] 19h – 21h
Inglês e Português

Bio

Em sua produção, Lina Cruvinel se dedica a investigar espaços domésticos, curiosa em observar a arquitetura íntima construída por quem a habita. Com intenção de capturar a atmosfera dessas moradas, detém-se pictoricamente na relação entre as cores e as formas, buscando provocar sensações em si e no espectador.

Pintora que vive e trabalha em São Paulo/SP, é Bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal do Goiás-UFG. Participou da residência artística no Berlin Art Institute (2016); 23º Concurso Sesi Arte Criatividade, Vila Cultural Cora Coralina (2017); Programa Trampolim – mergulho para jovens artistas, que resultou na exposição, Um corpo no ar pronto pra fazer barulho, MAC-GO (2018); 44º SARP – Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional Contemporâneo, MARP (2019).

As paisagens íntimas são as que me encantam. O interior de uma casa, com seus cantos e objetos, compõe tanto a arquitetura estrutural do espaço, quanto a arquitetura particular de cada indivíduo. As paredes domésticas compõem junto aos artefatos acumulados ao longo da existência e assim o corpo se torna onipresente nessa esfera infinita da vida privada. O corpo está em discussão, mas sem expor sua forma.

Para esta captura de paisagens do interior, lanço mão do meio que me é mais caro, a pintura. A representação pictórica me permite atingir a sensação da infinitude da experiência do ser humano, justamente por se formar por meio do embate entre a percepção do meu inconsciente com o exterior, com o que está fora de mim. Ao representar a realidade material do outro, produzo a minha própria existência, expondo minha linguagem carregada de marcas. As formas e as cores da pintura são a prova material da realidade afetiva do morar.

Conheça meu trabalho

[22.06] 19h – 20h
Português

Bio

Luisela Cantele Cansian Pelizza, nascida e residente em Chapecó/SC- Brasil, em 1968.

Arquiteta e Urbanista graduada pela UNIRITTER – Faculdade Ritter dos Reis (Porto Alegre/ RS – Brasil), 1991 e Pós-Graduada em Desenho Industrial pela ULBRA – Universidade Luterana do Brasil (Canoas/ RS – Brasil), 1998.

Atualmente trabalha com colagens analógicas e digitais.

Arte sempre esteve presente em minha vida mas a colagem começou quando descobri algo mais que o Scrapbook que fazia para contar a vida em família.

Depois de fazer um workshop de colagem em 2016 inicie com a colagem analógica. Achei como contar histórias através de figuras diferente e Amei!!

Em 2019 comecei participar do Paris Collage Collective Desafios e Februllage com colagens digitais. Depois expus meus trabalhos em outras exposições coletivas em Cartagena de Índias, Rotterdan, Madrid além de Chapecó e regiões próximas.

Espero que você curta o meu trabalho que é feito com muito amor e carinho!! Espero você no Open Studios das 19:00 as 20:00 !!

Conheça meu trabalho

[22.06] 19h – 20h
Português

Bio

Mariana Battistelli vive em Florianópolis-SC.

Licenciada em Artes Visuais com ênfase em computação gráfica – UTP (2013) e Pós-graduada em História Social da Arte – PUC/PR (2016). Possui como principal linguagem investigativa a pintura, articulando mídias, suportes e técnicas em trabalhos diretamente vinculados a ferramentas de comunicação digital. Explora recursos cênicos, alegóricos e narrativos buscando proporcionar a ressignificação de dados através da apropriação e montagem. Com interesse voltado para a materialidade da imagem, desenvolve objetos, estudos gráficos e projetos para web. Atualmente pesquisa a relação entre arte e afeto na inserção e veiculação de trabalhos on-line.

 

Trabalho a linguagem pictórica partindo da seleção de arquivos digitais para criar narrativas. Combino registros pessoais, dados de navegação, presença e interações na web. Almejo, neste meio volátil, encontrar em características banais motivos que realcem aspectos sublimes. Proporcionando, através da manipulação de uma superfície pictórica, identificação e reconhecimento – aqui e agora.

Me guio nas diferentes formas de me perceber como sujeito e na potencialidade das mídias em desdobramentos afetivos. Um exercício constante de conhecer a si e o mundo mediado por interfaces. Geralmente meus trabalhos são apresentados em forma de objetos, estudos gráficos e proposições. Porém, venho pesquisado modos de veiculação online e inserção em rede através do uso de ferramentas de marketing digital e desenvolvimento web.

Movida pela naturalidade com que observamos aquilo que não podemos ver, aposto  que em grande parte, a voz que soa enquanto lê essas palavras, não é minha. Pois, assim como Emanuele Coccia, acredito que não estamos limitados a receber o sensível, porque também o produzimos.

 

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 21h
Inglês e Português

Bio

Sou arquiteta e artista radicada em São Paulo, Brasil.

Meu trabalho investiga como perturbações originadas de diferentes tipos de estímulos podem construir espaços imaginários

Em meu primeiro trabalho, propus a construção de um imaginário de um espaço de delírio a partir da prática de vagar por lugares desabitados. Eu pretendia interpretar como a natureza pode se tornar uma perturbação para a mente.

Em meu segundo trabalho, investiguei os sentimentos de sufocamento a partir da perspectiva feminina. Especificamente, a inserção das mulheres em espaços de trabalho caracterizados por serem agressivas com sua fragilidade historicamente construída e pelos paradigmas que este universo sustenta sobre os corpos.

Estou interessada em espaços de instalação, som e vídeo.

Este trabalho é parte de uma investigação sobre o comportamento da mente em relação a estados de inconsciência ou alucinações. Foi iniciado por causa da pandemia de 2020, tendo em vista o estado de espírito incômodo das pessoas durante o isolamento (e os diversos problemas que pode causar: angústia, sufocamento, entre outros). Minha pesquisa é baseada nos estudos psicológicos de Charlotte Beradt em “Dreams in the Third Reich”, na pesquisa neurocientífica de Sidarta Ribeiro, em algumas histórias fantásticas de Jorge Luis Borges (especialmente “O jardim dos caminhos bifurcados”) e Finnegans Wake de James Joyce, entre outros.

É sobre Twilight States, que é uma linha divisória entre sonho e realidade. As consequências disso se manifestam em “estados de confusão” de consciência, visão imperfeita do mundo real, alucinações, ilusões e despersonalização. É também um estado de angústia, pré-loucura ou delírio pré-surto.

Em minha opinião, enquanto houver autoridade humana sobre a tecnologia, o comportamento e os eventos em geral, o controle sobre a psique, o pensamento individual (e especialmente os sonhos) ainda escapam do domínio e controle efetivos da ação humana.

Neste trabalho, pretendo fornecer caminhos de pensamentos em níveis consciente e inconsciente e explorar como as sensações podem se manifestar por meio da estranheza induzida por estímulos sonoros e visuais espacialmente posicionados.

Para o estúdio aberto, apresentarei parte do vídeo / sombra / som e um vídeo de frames das fotos.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 21h
Inglês e Português

Bio

Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, 1967
Reside em Nova York, NY.

Mark Engel é um artista brasileiro-americano. Ele faz um trabalho extenso e pioneiro com pinturas digitais desde 1995. Em suas obras de arte geradas por computador, Mark desenvolve imagens abstratas baseadas em fotografias de banco de imagens, imagens encontradas e objetos digitalizados; as novas imagens retêm apenas informações suficientes para serem reconhecidas como algo real, mas não o suficiente para apontar suas origens. Seu trabalho artístico lida com questões de abstração vs. representação, sedução e repulsão, práticas de arte contemporânea, humor e, muitas vezes, aborda questões de política social e econômica de seu Brasil natal, bem como dinâmicas de poder social em geral.

As pinturas digitais de Mark Engel são baseadas em imagens e fotografias pré-existentes. Manipulando esses artefatos culturais, ele desenvolve uma busca pelo abstrato dentro do concreto; criando abstrações com novos significados metafóricos que refletem questões sociais, políticas e econômicas.

Na série Dharmapāla, Mark fez uma pesquisa contemporânea e releitura de thangkas tibetanos, pinturas em tecido, geralmente representando uma divindade, cena budista ou mandala, com foco especialmente em thangkas que retratam os dharmapālas, os deuses “furiosos” e defensores do budismo.

Dharmapāla significa “protetor ou defensor do Dharma (lei e ordem cósmica)”, em sânscrito. Eles são tipicamente divindades representadas com iconografia furiosa nas tradições Mahayan e Tântrica do Budismo. Embora os dharmapālas tenham uma aparência e semblante aterrorizantes, são todos bodhisattvas ou budas, personificações da compaixão que agem furiosamente em nosso benefício. Sua aparência não tem a intenção de assustar, mas sim de transmitir a vontade e a força necessárias para superar e remover os poderosos obstáculos em face de nosso progresso espiritual.

Mark também faz uma conexão dessas obras com os Portões do Inferno de Auguste Rodin, não apenas por meio dos símbolos da morte e do inferno, mas também de conceitos inerentes de julgamento final e justiça universal.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 21h
Inglês e Português

Bio

Natália Cavalcante, nasceu em Linhares, Espírito Santo. Vive e trabalha em Los Angeles, EUA. Bacharel em Artes Plásticas pela UFES (BR), dedica-se à pintura, desenho, e vem explorando outras materialidades recentemente. Tem interesse pela cor, e por como as formas são representadas na imediaticidade do fazer. Em seus trabalhos, busca explorar percepções do ver, estar, e do que é imaginado. Natália já teve seus trabalhos expostos em Los Angeles, Nova York e Vitória.

Ano passado, paralelo a outras produções, tive a necessidade de explorar manualmente materias já utilizados ou coletados anteriormente. Estabeleci que alí a experimentação e o fazer em si, guiassem todo o processo. Passei a usar o papel e a tinta já tão utilizados em trabalhos bidimensionais, como materias na realização de pequenas esculturas de papel. O jardim do Tarô de Niki de Saint Phalle me inspiraram a pensar nessa mini cidade/playground. Também relaciono sua feitura com a nostalgia de habitar a cidade no ínicio da pandemia.
Essas esculturas me levaram a começar a armazenar embalagens de papel e de plástico. A vontade de reutilizar materiais que seriam descartados cresceu com a observação do lixo separado para reciclagem.
Pintando sobre o plástico pude perceber como aquele suporte proporciona a vivacidade da cor e destaca as texturas da pincelada. Essas caractériscas me instigaram a continuar utlizando esse material. O formato das tampas plásticas me remeteram a chassis, então, porque não estirar meia calças nelas, e utilizar isto como suporte para pinturas.
Percebo a cor como um importante instrumento de conexão e afeição com o mundo exterior. Muitas referências e interesses por novos materiais partem pela cor. Dito isto, somado a sua materialidade, comecei a usar redes plásticas de embalagens vegetais como tecido; os estirando e sobrepondo em chassis de madeira.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 21h
Inglês

Bio

Regina Jestrow é uma artista visual de Queens, NY, atualmente radicada em Miami, FL. Sua mãe a ensinou a costurar quando ela era criança, e ela utilizou essas habilidades ao longo de sua prática. Quando ela se mudou para Miami, ela se concentrou em quilting e crochê para lidar com a saudade de casa. Jestrow é uma artista têxtil e artista de fibra com interesses contínuos na história das mulheres e nos padrões das tradições americanas de colchas. A pesquisa de Jestrow a levou a desenvolver um corpo de trabalho que inclui pinturas, desenhos, tecidos, fibras e instalações escultóricas.

Minhas instalações geométricas, esculturas, pinturas, tecidos e colchas derivam de minha pesquisa contínua da história da colcha americana. Aprendi a costurar com minha mãe quando criança e a pegar emprestadas as tradições da confecção de colchas usando improvisação, contraste, padrões de repetição e mudanças de escala, incorporando cores, texturas e estruturas representativas do ambiente natural do sul da Flórida. Junto com meu interesse contínuo em American Folk-Art Quilts, padrões geométricos na natureza e artistas geométricos abstratos de meados ao final do século XX, influências específicas incluem Gees Bend quilters, Elizabeth Murray, Monir Shahroudy, Carmen Herrera, Helen Frankenthaler, Gego e Eva Rothchild.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 21h
Português

Bio

Rodrigo Pimenta

Artista Visual, São Paulo, Brasil, 1972.

Formado em Editoraçao na ECA/USP, Master of Arts pelo London College of Printing através de Bolsa Chevening. Participou de cursos livres de Paulo Pasta e Charles Watson no Instituto Tomie Ohtake. Entre 2017 e 2018 participa do curso de pintura de Luiz Ernesto na Escola de Artes Visuais do Parque Laje. Em 2020 participa do curso de Acompanhamento de Pintura com Regina Parra e Rodolpho Parigi. Atualmente participa de atividade de ateliê com Teresa Viana e do curso de formação ILAP Brasil da Uncool Artista. 

Influenciado pelo modernismo e com formação em design, minha pesquisa em pintura se concentra na exploração da grade, da forma e da cor. O ato de desenhar uma grade é o que primeiro estabelece minha compreensão do plano em que estou trabalhando e do espaço que se apresenta para utilizar composição e cor para criar imagem e significado. As possibilidades de respeitar ou romper a grade por meio de tonalidade, padrão, repetição, ritmo, harmonia, tensão, conhecimento visual e sabedoria intuitiva, fazem parte do desenvolvimento de minha linguagem visual.

Para a apresentação do Open Studios, estarei transmitindo ao vivo o trabalho no atelier, enquanto converso sobre o trabalho e processo, compartilhando conteúdo de tela e ouvindo e aprendendo com os visitantes.

Conheça meu trabalho

[22.06] 18h – 19h
Inglês, Espanhol e Português

Bio

Thais Ribeiro é artista plástica, nascida e criada no subúrbio do Rio de Janeiro. Atualmente vive e trabalha em São Paulo. Formada em Design de Moda e pós graduada em Artes Visuais com ênfase em Educação, atuou por 12 anos no mercado de estamparia e ilustração de Moda. Desde 2015, pesquisa a arte têxtil e a ressignificação de roupas como veículo de educação e resgate das relações das mulheres com suas histórias. Essa pesquisa acabou levando-a de volta ao seu trabalho de desenho do início dos anos 2000, que sempre teve a observação do transitório no cotidiano de pessoas e lugares como linha narrativa. Trabalha a partir de fotos analógicas de acervos de família, recriando lembranças e memórias perdidas em obras que mesclam desenho, pintura e bordado sobre papel.

Os anos trabalhando com as histórias que as roupas contam através da vida das mulheres me levaram a inúmeras experimentações dentro do universo da Arte educação, onde a linha que bordava o remendo era a condutora do processo de ressignificação de memórias. Esse exercício de revisão de histórias alheias e resgate de ancestralidades acabou se tornando um retorno ao meu próprio ofício manual primeiro, o desenho. Retrato o fluir dos movimentos capturados em fotos tremidas e imagens não posadas, momentos que chamo de pequenas impermanências. Vejo nas fotografias imperfeitas e não editadas os retratos de quem realmente somos, onde lugares e pessoas mostram sua verdadeira natureza cíclica e mutável. Partindo desse acervo de fotografias, na maioria fotos analógicas tiradas por mim ou de família, crio desenhos em lápis de cor, grafite e nanquim. No processo, estes por vezes acabam sobrepostos de camadas de novos desenhos em papel vegetal e bordados, que da mesma maneira que os remendos das roupas, refazem nessas imagens algo que já não estava mais lá, que já havia puído, manchado e mudado com o tempo. Como resultado, em obras de técnica mista, a sobreposição de camadas de desenhos e linhas funciona como as inúmeras faces que vestimos e despimos, a transitoriedade e o desvanecer de identidades para o surgimento de outras.